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Curiosidades

* O Palmeiras é um dos dois únicos times brasileiros a ceder jogadores para a Seleção Brasileira em todas as cinco Copas do Mundo vencidas pelo Brasil.

* O atual distintivo do clube foi criado em 1942, quando da mudança de nome de Palestra para Palmeiras. As oito estrelas do distintivo fazem referência ao mês de fundação do clube, agosto, e ao número de títulos paulistas conquistados pelo clube ainda como Palestra Itália.

* O Palmeiras é o time brasileiro com maior participação em Libertadores, um total de treze, até sua última participação em 2006, tendo chegado a quatro finais. Também é a equipe do Brasil que possui mais partidas no torneio e mais gols marcados.

* O maior rival da equipe dentro de campo é o Corinthians Paulista. Já o maior inimigo é o São Paulo. Isto se dá em função dos acontecimentos de 1942, quando estes lutaram pela extinção e desapropriação do Palestra Itália, para ficarem com o patrimônio do clube.

* O Palmeiras foi o único time a ganhar um Campeonato Paulista vencendo todos os jogos disputados, em 1932, com 11 vitórias em 11 jogos, 49 gols marcados e 8 sofridos.

* O primeiro jogo internacional do Palestra se deu contra a Seleção Paraguaia. O jogo foi em 26/10/1922 e claro uma vitória gorda do Palestra, 4 x 1.

* O Palmeiras conta hoje com a 5ª maior torcida do mundo:13 milhões e 600 mil torcedores, aproximadamente.

* Em 1959 o Palmeiras foi campeão paulista em cima do Santos, sendo o único a conquistar um título em cima do então time invencível da Era Pelé.

* Apenas três jogadores têm seus bustos nos jardins da sede social do Parque Antarctica: Junqueira, Waldemar Fiúme e Ademir da Guia. De acordo com o estatuto do clube, só merecem a homenagem os atletas que nunca jogaram contra o Palmeiras.

* A maior goleada obtida pelo Palmeiras em toda a sua história foi por 11 a 0. A partida aconteceu no dia 8 de agosto de 1920, no Parque Antártica, e foi válida pelo Campeonato Paulista daquele ano - o qual, aliás, o Verdão então venceu pela primeira vez.A vítima foi o S.C Internacional.

* Palmeiras de azul - Na final do Campeonato Paulista de 1954, o Palmeiras entrou com uma surpresa para enfrentar o Corinthians. Seguindo a orientação de um pai-de-santo, trocou a sua tradicional camisa verde para usar a azul, do seu segundo uniforme. Apesar de empatar em 1 x 1, o Corinthians ficou com o título.

*Quais eram as cores do Palmeiras, quando o clube ainda se chamava Palestra Itália? - O uniforme do Palestra Itália tinha, originalmente, as cores da bandeira italiana: verde, vermelho e branco. Com a entrada do Brasil na II Guerra Mundial contra os países do Eixo - Itália, Alemanha e Japão -, em 1942, o Palestra foi obrigado a mudar seu nome, adotou o de Palmeiras e tirou do seu uniforme a cor vermelha. A estréia do novo nome e do novo uniforme ocorreu na decisão do campeonato paulista de 1943: Palmeiras 3 x 1 contra o São Paulo, no dia 20 de setembro.

* Por que Porco? - A proveniência do apelido vem de 1969, durante a disputa do Campeonato Paulista.Dois jogadores do Corinthians, Lima e Eduardo, morreram em um acidente de carro. O Corinthians pediu autorização à Federação Paulista de Futebol e aos outros clubes que disputavam a competição que fosse permitida a inscrição de dois outros jogadores no lugar dos falecidos. Federação e clubes, com exceção do Palmeiras, aprovaram a decisão. No entanto, a discordância Alviverde não permitiu que o Corinthians concretizasse suas intenções.

* Os dirigentes corintianos, indignados com a decisão do arqui-rival, clamaram que a decisão caracterizou o "espírito de porco" palestrino. Surgiu aí o apelido de Porco.

* Durante quase duas décadas, os palmeirenses tomaram isso como ofensa, até que em 1986, o clube decidiu oficializar um novo mascote ao lado do tradicional periquito, tamanha a simpatia da torcida pelo apelido suíno.

* O gesto que simbolizou o casamento eterno "Palmeiras-Porco" foi uma foto em Placar na qual o craque do time na época, o meia Jorginho, segura um porquinho no colo.

* O que representa as oito estrelas no escudo do Palmeiras? - Diferentemente dos outros clubes, as estrelas do Palmeiras não se referem aos títulos de campeonatos e sim ao mês em que foi fundado. Por isso há oito estrelas, que se referem ao mês de agosto.


Os craques palmeirenses,que

Os craques palmeirenses,que defederam a seleçao Brasileira em todas as copas do mundo vencidas pelo Brasil. Mazzola atacante (1958) Djalma Santos lateral direito (1962) Vava atacante (1962) Zequinha meio campista (1962) Baldocchi zagueiro(1970) Leao goleiro (1970) Mazinho meio campista (1994) Zinho meio campista (1994) Marcos goleiro (2002)

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mazzola.

 

MAZZOLA

Marcante atacante do futebol brasileiro e italiano nos anos 50 e 60, José João Altafini, o Mazzola, vive em Turim, Itália, onde trabalha como comentarista esportivo. Mazzola chegou a disputar dois mundiais por duas seleções diferentes, o que era permitido pela Fifa. Em 1958, ele era titular da seleção brasileira até perder a posição para Vavá. Quatro anos depois, ele era uma das estrelas da seleção italiana.

Em sua passagem pela seleção brasileira, Mazzola atuou em 11 partidas (9 vitórias, 1 empate, 1 derrota) e marcou oito gols (fonte: Seleção Brasileira 90 anos - Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf). Conquistou a Copa da Suécia, em 1958, e a Copa Roca de 1957, após bater a Argentina por 2 a 0, no estádio do Pacaembu (Pelé e Mazzola marcaram para o Brasil).

Nascido no 24 de julho de 1938, em Piracicaba (SP), Mazzola começou a carreira no Clube Atlético Piracicabano. O apelido Mazzola foi devido ao tipo físico parecido com o de Valentino Mazzola. Chegou ao Palmeiras em janeiro de 1956. Viveu momentos difíceis no Verdão, mas apesar de não ganhar nenhum título entrou para a história do clube. Mazzola disputou 114 partidas com camisa palmeirense (47 vitórias, 26 empates e 41 derrotas) e marcou 85 gols, segundo números do "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.

Em abril de 1958, ele deixou o futebol brasileiro. À época, o Milan, da Itália, desembolsou aproximadamente 25 milhões de cruzeiros para tirá-lo do Parque Antártica. O dinheiro não foi jogado fora, já que com a camisa do rubro-negro italiano Mazzola, que na Itália era chamado por Altafini, virou ídolo.

Além de conquistar vários títulos pelo Milan, entre 1958 e 1969, e pela Juventus, entre 1969 e 1973, Altafini se tornou o quarto maior goleador da história do campenato nacional da Itália. Em 459 partidas, o atacante, de estilo moderno para os anos 60, marcou 216 gols. Altafini se transferiu para o Napoli em 1973. Lá, ele encerrou a carreira.

CLUBES E TÍTULOS

Clubes: Clube Atlético Piracicabano (1956), Sociedade Esportiva Palmeiras (1956 a 1958), Milan (1958 a 1969), Juventus de Turim(1969 a 1973) e Napoli (1973 a 1976).

Títulos: campeão mundial pela seleção brasileira (58); Campeão italiano pelo Milan (59, 62 e 68) e pelo Juventus (1972/73); Recopa pelo Milan (68); Copa dos Campeões pelo Milan (69).

por Rogério Micheletti / Fontes: "Guia dos Craques", de Marcelo Duarte, e "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Vicente.

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DJALMA SANTOS.

DJALMA SANTOS

Djalma Santos, cujo nome oficial é Dejalma dos Santos, nascido em São Paulo em 27 de fevereiro 1929, nosso eterno lateral-direito das Copas de 1954, 58, 62 e 66 é professor de futebol das escolinhas públicas de Uberaba (MG).

Viúvo de seu primeiro casamento (casou novamente, anos depois), ele foi craque da Lusa entre 1949 e 1958, Palmeiras de 59 e 68 e Atlético Paranaense de 68 a 72, onde encerrou sua carreira aos 42 anos.

Suas boas atuações na defesa da Portuguesa de Desportos lhe renderam uma vaga entre os convocados para a Copa da Suiça, em 1954.

Quatro anos mais tarde Djalma também integrou o grupo brasileiro que foi para a Suécia e venceu a copa pela primeira vez. A única partida em que jogou desde o início foi a final, contra a Suécia (De Sordi era o titular) e mesmo assim foi escolhido o melhor lateral daquele mundial.

Em 1962, também fez parte do grupo do técnico Aymoré Moreira que trouxe o bi-mundial do Chile, mas agora como titular absoluto. E quatro anos depois, lá estava Djalma Santos de novo, jogando seu quarto mundial de seleções.

Títulos da carreira de Djalma Santos

Palmeiras: Taça Brasil (19660, 1967), Robertão (1967), Paulista (1959, 1963, 1966), Rio-São Paulo (1965).

Portuguesa:Rio-São Paulo (1952), Roberto Gomes Pedrosa (1955)

Atlético Paranaense:Campeão Paranaense (1970)

Números pelo Verdão e pela seleção

Com a camisa palmeirense, entre os anos 1959 e 1969, Djalma Santos realizou 498 jogos (295 vitórias, 105 empates e 98 derrotas) e marcou 10 gols. Pelo Palmeiras, ele foi campeão do Roberto Gomes Pedrosa (1967), Taça Brasil (1960 e 1967), Rio-São Paulo (1965) e Paulista (1959, 1963 e 1966). Pela seleção brasileira, Djalma Santos fez 111 jogos (79 vitórias, 16 empates, 16 derrotas) e marcou três gols.

Fonte de consulta: Almanaque do Palmeiras - Mário Sérgio Venditti e Celso Dario Unzelte.

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VAVA.

VAVÁ

Edvaldo Izídio Neto, o Vavá, nasceu no dia 12 de novembro de 1934, em Recife(PE) e faleceu no dia 19 de janeiro de 2002. Eterno camisa 20 da Seleção Brasileira.

De razoável técnica, oportunismo nato e muita raça (característica que lhe rendeu o apelido de “Peito de Aço”) o jogador começou a carreira como armador no Sport Recife (PE).

Em 1952 foi transferido para o Vasco da Gama onde o excelente Flávio Costa mudou sua maneira de jogar, transformando-o em atacante.

Nesse mesmo ano, estreou com a camisa verde-amarela jogando pela seleção olímpica, na Olimpíada de Helsinki. Sua primeira partida foi um 5 a 1 contra a Holanda, aos olhos de 10 mil pessoas, no Estádio Municipal de Turkku, na Finlândia. Na ocasião Vavá fez o último gol da partida; seu primeiro com a amarelinha.

Sua estréia na seleção brasileira principal foi no dia 13 de novembro de 1955 no estádio Mário Filho, o Maracanã. Noventa e cinco mil pessoas viram o Brasil fazer 3 a 0 no Paraguai, em partida válida pela Taça Oswaldo Cruz.

Pela seleção olímpica, Vavá fez três jogos (2 vitórias e 1 derrota) e marcou um gol. Pela principal, o atacante fez 23 jogos (19 vitórias, 3 empates e 1 derrota) e anotou 14 gols. Os números constam no livro "Seleção Brasileira - 90 anos", de Roberto Assaf e Antonio Napoleão.

Além de jogar na seleção brasileira, no Vasco e no Sport, Vavá passou também pelo Atlético de Madrid (1958 a 1961) da Espanha, Palmeiras (1961 a 1964), América do México (1964 a 1967) e San Diego dos EUA (1967 a 1969).

Pelo Verdão, Vavá disputou 142 jogos (90 vitórias, 23 empates e 29 derrotas) e marcou 71 gols, média de 0,5 gol por partida, segundo o "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Venditti.

Seus principais títulos na carreira são: Campeão Mundial pela Seleção Brasileira (Copas 58 e 62); Campeão Carioca (1956 e 1958) e do Rio-São Paulo (1958) pelo Vasco da Gama e Campeão Paulista (1963) pelo Palmeiras.

Por sua participação nos títulos das Copas de 58 na Suécia (marcando 5 gols) e de 62 no Chile (marcando 4 gols) Vavá recebeu o “carinhoso” apelido de “Leão da Copa”.

Em 1969 começou sua carreira como treinador pela Portuguesa do Rio. Dirigiu clubes da Arábia Saudita, Espanha, Portugal e México. Foi auxiliar do Mestre Telê Santana na seleção brasileira entre 1980 e 1982. Em 1981, dirigiu a seleção canarinho no Mundial de Juniores.

Sua participação como técnico no Mundial de Juniores de 1981 não foi das melhores. O Brasil saiu da competição nas quartas-de-final, após derrota por 3 a 2 contra o Qatar. Na primeira fase a seleção brasileira empatou com a Romênia(1 a 1) e ganhou de Itália(1 a Innocent e Coréia do Sul(3 a Innocent.

Apesar da curta passagem como técnico da seleção brasileira de juniores (4 jogos; 2 vitórias, 1 empate e 1 derrota) revelou jogadores como o lateral Josimar (ex-Botafogo e Fla) e os zagueiros Júlio César (ex-Guarani) e Mauro Galvão (ex-Vasco e Grêmio).

O grande Vavá “Peito de Aço”, o “Leão da Copa”, morreu aos 67 anos no dia 19 de janeiro de 2002, no Rio de Janeiro, por problemas cardíacos.

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ZEQUINHA.

ZEQUINHA

José Ferreira Franco, o Zequinha, excelente médio-volante do Auto-Esporte, Santa Cruz, Palmeiras, Atlético Paranaense e Náutico, é dono de uma lotérica em Olinda (PE).

Zequinha nasceu no dia 18 de novembro de 1934, em Recife (PE), e apesar do tamanho (tinha apenas 1m66 de altura) foi um bravo jogador, que dificilmente perdia em uma dividida. Ele jogou no Palmeiras por 10 anos (entre 1958 e 1968) e lá conseguiu suas maiores conquistas fazendo dupla com Ademir da Guia, que começava a carreira.

Pelo Verdão, o volante fez 417 jogos (247 vitórias, 83 empates e 87 derrotas), anotou 40 gols e ganhou os seguintes títulos: campeão da Taça Roberto Gomes Pedrosa, em 1967, da Taça Brasil, em 1960 e 1967, do Rio-SP, em 1965 e dos Paulistas de 1959, 1963 e 1966. Os dados constam do "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Venditti.

Zequinha, cunhado do ex-zagueiro Minuca, só perdeu o lugar no time verde com a chegado de Dudu. Foi também campeão do Mundo, em 1962, na reserva de Zito, na Copa do Chile. Fez 17 partidas (14 vitórias, 1 empate e duas derrotas) e marcou dois gols com a camisa da seleção. Os números são do livro "Seleção Brasileira - 90 anos", de Roberto Assaf e Antonio Napoleão.

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BALDOCCHI.

 

 

 

BALDOCCHI

José Guilherme Baldocchi, nosso central reserva de Brito na Copa de 70, hoje é fazendeiro e comerciante em Batatais (SP), onde nasceu no dia 14 de março de 1946. Ele tem um casal de filhos.

O antigo zagueiro produz leite, café e soja e é dono da Baldocchi Madeiras & Móveis, marcenaria que herdou de seu avô italiano.

O melhor momento da carreira de Baldocchi aconteceu no Palmeiras. Na época que foi contratado pelo Verdão, o zagueiro titular era Djalma Dias, ídolo da torcida. Como Djalma não renovou o contrato, o ex-zagueiro do Batatais assumiu a condição de titular.

Com a camisa do Verdão, foram 231 jogos (130 vitórias, 52 empates, 49 derrotas) e nenhum gol marcado, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.

Pela Seleção Brasileira, segundo o livro Seleção Brasileira 90 anos, de Roberto Assaf e Antônio Carlos Napoleão, atuou três vezes com duas vitórias e uma derrota.
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LEAO.

 
LEÃO

Emerson Leão, o Leão, um dos maiores goleiros do futebol brasileiro em todos os tempos, tornou-se treinador profissional e chegou a comandar a Seleção Brasileira em 2000.

Leão nasceu no dia 11 de julho de 1949, em Ribeirão Preto (SP), e começou a carreira no São José (SP) e em seguida jogou no Comercial de Ribeirão (SP). Em 1969, ele teve seu passe comprado pelo Palmeiras, clube no qual se tornou ídolo em pouco tempo e defendendo o alviverde logo ganhou uma oportunidade na seleção brasileira.

Assim que chegou ao novo clube, Leão mostrou ter personalidade forte, como lembra o ex-volante Dudu. "Ele já queria ganhar salário igual ao meu, ao do Ademir da Guia e aos jogadores mais antigos. O Leão sempre teve personalidade. E sempre foi um grande profissional", conta Dudu.

No Verdão, Leão formou uma das maiores defesas da história do clube ao lado de Eurico, Luís Pereira, Alfredo e Zeca. Além disso, o bom goleiro colecionou títulos quando esteve no Palestra Itália, entre eles os paulistas de 1972, 1974 e 1976, os brasileiros de 1972 e 1973 e o Robertão de 1969.

Em 1970, com apenas 20 anos, ele foi terceiro goleiro da seleção brasileira que conquistou a Copa do Mundo do México em 70. Em 1974 e 1978, ele foi o titular do Brasil nos mundiais da Alemanha e Argentina.

Na Copa da Espanha de 1982, embora fosse o melhor goleiro brasileiro na época, Leão foi rejeitado por Telê Santana, que preferiu levar Valdir Peres (São Paulo), Paulo Sérgio (Botafogo) e Carlos (Ponte Preta).

Em 1984, ele retornou ao Palmeiras, onde permaneceu até 1986, ano que disputou a Copa do Mundo de México (era reserva de Carlos)

 Assumiu o Palmeiras no dia 18 de julho de 2005. "Fico feliz por retornar ao clube 16 anos depois. Espero fazer um bom trabalho", falou Leão em sua apresentação na Academia de Futebol. Mas o casamento como técnico do Verdão não durou nem um ano.

Em abril de 2006, após vexatória derrota para o Figueirense por 6 a 1, em jogo válido pela segunda rodada do Brasileirão, Leão rescindiu o contrato com o Palmeiras.

Em julho de 2008, o ex-goleiro foi convidado pelo Al-Sadd, do Catar. A experiência no mundo árabe durou apenas cinco meses. Em novembro, 15 jogos e 3 derrotas depois, Leão foi demitido e retornou ao Brasil. Em seguida, assumiu pela 3ª vez na carreira ao Atlético-MG.

 
 
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MAZZINHO.

 
 

  Mazinho ex Palmeiras e seleção de 94)

 

 

Mazinho, o Iomar do Nascimento, volante de origem, mas que acabou atuando em quase todas as posições, foi titular da Seleção Brasileira tetra-campeã mundial.
Mazinho viveu um de seus melhores momentos entre 92 e 94, defendendo o Palmeiras. Pelo time comandado por Luxemburgo, Mazinho fez 127 jogos (79 vitórias, 24 empates e 24 derrotas) e marcou dois gols, segundo números do "Almanaque do Palmeiras", de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti.

Em grande fase, jogando no meio de campo, ele foi para a Copa de 1994. Tornou-se titular da equipe no decorrer da competição. Raí perdeu o lugar no time para a entrada dele.

Como atuava nas duas laterais e ainda se arriscava de meia, Mazinho acabou fazendo muito sucesso na Europa. Na Itália, brilhou por Lecce e Fiorentina.

Voltou ao Brasil para ajudar a tirar o Verdão da fila e depois se transferiu para o futebol espanhol, já consagrado como atleta de grande versatilidade.

Números na seleção

Os principais títulos de Mazinho pela seleção brasileira foram o Mundial de 1994 e a Copa América de 1989. E foi justamente em 89 que ele estreou pela seleção. No dia 29 de março, na Arábia Saudita, diante do Al Ahli, Mazinho fez sua primeira partida com a amarelinha. O Brasil venceu o amistoso por 3 a 1. A última partida que Mazinho fez pela seleção brasileira foi contra a Itália, na final do Mundial dos Estados Unidos de 1994. Ao todo, pela lateral e pelo meio de campo, Mazinho disputou 40 jogos oficiais pela seleção brasileira. Segundo o livro "Seleção Brasileira-90 anos", de Antonio Carlos Napoleão e Roberto Assaf, foram 24 vitórias, 11 empates e cinco derrotas.

Mazinho,fez parte do time dos sonhos,que tirou o palmeiras da fila em 93.

O time era formado com:

Sergio,Mazinho,Antonio Carlos,Tonhao,e Roberto Carlos.

Cesar Sampaio,Daniel Frason,Edilson.

Edmundo,Evair e Zinho.

Tecnico:Wanderley Luxemburgo.

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zinho.

Zinho (ex-meia do Palmeiras e Seleção Brasileira)

 

 

Crizam César de Oliveira Filho, o ex-atacante do Palmeiras e Seleção Brasileira, nasceu em Nova Iguaçu, Estado do Rio de Janeiro, em 17 de junho de 1967.

Zinho foi um grande vencedor na carreira.

No Palmeiras levantou o Campeonato Paulista em 1993 e 1994, o Torneio Rio-São Paulo em 1993, o Campeonato Brasileiro em 1993 e 1994, a Copa do Brasil em 1998 e a Taça Libertadores da América em 1999.

Foi campeão da Copa do Mundo pela Seleção Brasileira em 1994.

Pela Seleção Brasileira, Zinho marcou seis gols em 57 jogos, segundo o livro “Seleção Brasileira – 90 Anos”, de Antônio Carlos Napoleão e Roberto Assaf.

No Palmeiras, segundo o Almanaque do Palmeiras de Celso Unzelte e Mário Sérgio Venditti, jogou 333 jogos com 184 vitórias, 74 empates, 75 derrotas e 56 gols marcados.

Por Marcelo Rozenberg

Zinho,fez parte do time dos sonhos,que tirou o palmeiras da fila em 93.

O time era formado com:

Sergio,Mazinho,Antonio Carlos,Tonhao,e Roberto Carlos.

Cesar Sampaio,Daniel Frason,Edilson.

Edmundo,Evair e Zinho.

Tecnico:Wanderley Luxemburgo.

EM 98,levantou o caneco da copa do Brasil,um titulo inedito na historia do Palmeiras.O time era formado com:

Veloso,Nenem,Junior Baiano,kleber e Junior.

Roque Junior,galeano,Alex e Zinho.

Paulo Nunes e Ozeias.

Tecnico:Felipe Scolari.

Em 99,conquistou a taça libertadores das Americas,titulo tambem inedito na historia do Palmeiras.

O time era formado com:

Marcos,Arce,Junior Baiano,Kleber e Junior.

Rogerio,Cesar Sampaio,Alex e Zinho.

Paulo Nunes,Ozeias.

Tecnico:Felipe Scolari.

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MARCOS.

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 

Marcos

Informações pessoais

Nome completo
Marcos Roberto Silveira Reis

Data de nasc.
4 de Agosto de 1973(4-08-1973) (35 anos)

Local de nasc.
Oriente, SP, Brasil

Altura
1,93 m

Peso
86 Kg

Apelido
São Marcos, Marcão

Informações profissionais

Clube atual
Palmeiras

Número
12

Posição
Goleiro

Clubes profissionais

AnosClubesPartidas (gols)

1992-Presente
Palmeiras
435 (Innocent

Seleção nacional

1999-2005
Brasil
29 (Innocent

Marcos Roberto Silveira Reis, conhecido apenas por Marcos (Oriente, 4 de agosto de 1973), é um futebolista brasileiro. Joga desde 1992 como goleiro do Palmeiras. É carinhosamente chamado "São Marcos" pelos palmeirenses, sendo considerado um dos maiores jogadores da história do clube, além de ter vestido apenas a camisa alviverde em toda a sua carreira. Foi o goleiro titular da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 2002, quando a equipe conquistou seu quinto título mundial.

 

 

 

Primeiros anos
Aos 18 anos, prestes a completar 19, Marcos estreou no time principal do Palmeiras em um amistoso contra a Esportiva Guaratinguetá em 16 de maio de 1992[1], vencido por seu time pelo placar de 4 a 0.
Depois desse jogo, Marcos continuou como o terceiro goleiro da equipe e só voltou a atuar novamente em 1996, quando já era o reserva imediato da posição, permanecendo nessa condição até 1999.

Titularidade
Em menos de três meses, Marcos se transformou de reserva do Palmeiras a principal astro da maior conquista do clube: a Copa Libertadores da América de 1999. O goleiro virou titular na quinta rodada da competição, devido a uma contusão de Velloso, e não largou mais a camisa 1. Para alegria da torcida palmeirense, suas melhores atuações foram nos dois jogos contra o arqui-rival Corinthians, nas quartas-de-final, quando fez defesas milagrosas que levaram a decisão aos pênaltis. Ao final da competição, além de receber o apelido de São Marcos, foi eleito o melhor jogador da Libertadores.
Em 2000, reforçou sua condição de ídolo com grandes apresentações, com destaque para as partidas das épicas semifinais da Libertadores contra o Corinthians. Depois de dois duelos no tempo normal bastante disputados, o primeiro com vitória do clube alvinegro por 4 a 3 e o segundo com vitória alviverde por 3 a 2, a decisão da vaga para a final foi para os pênaltis. Marcos defendeu a última cobrança, feita por Marcelinho Carioca, ídolo da torcida rival na época, garantindo a classificação do seu time para mais uma final, em que, após dois empates, perdeu o título para o Boca Juniors da Argentina em nova decisão por pênaltis.
Em 2001, novamente na Libertadores da América, foi decisivo para o Palmeiras chegar novamente às semifinais da competição. Nas quartas-de-final, depois de dois empates no tempo normal contra o Cruzeiro, por 3 a 3 no Estádio Palestra Itália e por 2 a 2 no Estádio do Mineirão, a vaga para a fase seguinte foi para os pênaltis. Marcos defendeu três cobranças da equipe adversária e classificou a equipe paulista. Nas semifinais, contra o Boca Juniors, após dois jogos empatados por 2 a 2, o Palmeiras foi eliminado nos pênaltis. Copa do Mundo
Em 2002, foi o goleiro titular da Seleção Brasileira campeão da Copa do Mundo, no Japão e na Coréia do Sul, sendo o único jogador da Seleção a não ser substituído em toda a Copa pelo técnico Felipão. Seus reservas eram Dida e Rogério Ceni. Foi considerado por muitos o melhor goleiro da copa. Pois Oliver Kahn, no jogo da final contra o Brasil, falhou feio no primeiro gol de Ronaldo, praticamente arriscando a sorte da Alemanha no jogo.
Fez uma Copa espetacular, com defesas extraordinárias, entre elas uma cobrança de falta de Neuville na final contra a Alemanha, que foi eleita a melhor defesa da competição pela FIFA.
No mesmo ano, foi eleito o quarto melhor goleiro do mundo, ficando atrás apenas de grandes nomes como Oliver Kahn (então vice-campeão do mundo) e Iker Casillas, que por sua vez tinham maior presença na mídia por atuarem em grandes clubes europeus.
Daí em diante, escreveu seu nome como um grande ídolo do futebol brasileiro e passou a ser considerado um dos grandes goleiros do futebol mundial em todos os tempos. Dificuldades
Em 2002, após a Copa do Mundo, o Palmeiras fez uma campanha ruim no Campeonato Brasileiro daquele ano e acabou rebaixado para a Série B.
Mesmo com o momento delicado no clube paulista, e com uma proposta do Arsenal para substituir David Seaman, a paixão de Marcos por sua família e pelo Palmeiras o fizeram permanecer no Brasil, para levar o time de volta à primeira divisão, o que ocorreu no ano de 2003.
Em 2007 sofre nova contusão contra o Juventus no dia 11 de março pelo Campeonato Paulista. Voltou aos gramados como reserva no jogo contra o rival Corinthians em que o Palmeiras venceu por 1 a 0, porém uma nova lesão, em meados de 2007, o afastou mais uma vez dos gramados. Em 2008, depois de mais de 11 meses fora, Marcos voltou a ser titular no jogo contra o Guaratinguetá na 7ª rodada do Paulistão e depois disto, não saiu mais do gol alviverde, assumindo o posto de goleiro "favorito" do técnico Vanderlei Luxemburgo, pois Diego Cavalieri estava em grande ascensão.

 Volta por cima
No dia 4 de maio de 2008, como resultado de seu grande esforço de recuperação, sagrou-se Campeão Paulista. No dia 21 de setembro fez 400 jogos com a camisa do Palmeiras[2].
No dia 1 de novembro de 2008, perdeu o pai, o senhor Ladislau Silveira Reis[3], de 73 anos que, em consequência de problemas cardíacos, veio a falecer às 6 horas da manhã em Marília-SP (a 21 km da cidade natal de Marcos, Oriente-SP),e por isso foi poupado do confronto entre Palmeiras e Santos; no jogo houve um minuto de silêncio em homenagem ao pai do ídolo palmeirense.
No dia 1 de dezembro de 2008, o goleiro Marcos se surpreendeu ao ser merecidamente eleito o terceiro jogador mais popular do mundo pela IFFHS - Federação Internacional de Estátisticas e História do Futebol -, ficando a frente de jogadores como Kaká, Cristiano Ronaldo, Messi e a frente do companheiro de posição e rival Rogério Ceni. E ainda, para coroar sua volta por cima, foi eleito o terceiro melhor goleiro do Campeonato Brasileiro de 2008.
No dia 12 de maio de 2009, em jogo contra o Sport Recife válido pelas oitavas-de-final da Copa Libertadores da América, Marcos teve a melhor atuação desde seu retorno. Com defesas incríveis durante a partida e defendendo três cobranças adversárias nas disputas de pênaltis, garantiu a ida do Palmeiras às quartas-de-final[4][5].

 Títulos

Palmeiras


 Seleção Brasileira


 Pessoais

  • Melhor Jogador da Copa Libertadores da América - 1999
  • Revelação da Copa Libertadores da América - 1999
  • Melhor Goleiro do Campeonato Paulista - 1999
  • Melhor jogador da final da Copa Libertadores da América -1999
  • Melhor goleiro da Copa Libertadores da América - 1999
  • Único goleiro a ser eleito melhor jogador de uma edição da Libertadores (Recorde)
  • Único jogador da Seleção Brasileira a não ser substituído na Copa do Mundo de 2002 (recorde)
  • Foi eleito o quarto melhor goleiro do mundo - 2002.
  • Foi eleito o terceiro jogador mais popular do mundo (batendo jogadores como Kaká, Messi, Cristiano Ronaldo e seu companheiro de posição Rogério Ceni) -2008
  • Está na lista entre os maiores goleiros da história. - 2008
  • Terceiro melhor goleiro do Campeonato Brasileiro - 2008
  • Vencedor do confronto "Quem é o melhor?"[6], realizado pela TV Globo no programa - "Esporte Espetacular", ganhando de seu rival Rogério Ceni, com 66% dos votos - 2009
  • É considerado um dos três maiores ídolos da história do Palmeiras

 

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Curiosidades.

Você sabia?

* O técnico Osvaldo Brandão levou o Palmeiras a três títulos paulistas: em 1959, 1972 e 1974.

*A final do campeonato de 1959, entre Palmeiras e Santos foi em três partidas. As duas primeiras terminaram empatadas - 1 a 1 e 2 a 2. O Palmeiras venceu a terceira por 2 a 1, no dia 10/1/1960, com gols de Pelé, Julinho Botelho e Romeiro.

*O Palmeiras aplicou uma fantástica goleada sobre o Fortaleza no segundo jogo decisivo da Taça Brasil de 1960: 8 a 2, em 28/12/1960, no Pacaembu. O Fortaleza marcou primeiro, com Charuto, mas não resistiu a Academia. Chinesinho (2), Cruz (2), Zequinha, Romeiro, Julinho e Humberto marcaram. Charuto fez os dois dos cearenses. Na primeira partida, vitória do Palmeiras por 3 a 1.

*O Palmeiras ganhou de forma invicta o Campeonato Paulista, em 1972, com 15 vitórias e sete empates. Na final, contra o São Paulo, deu 0 a 0. O time foi: Leão; Eurico, Luís Pereira, Alfredo, Zeca; Dudu, Ademir da Guia; Edu, Leivinha, César e Nei.

*Em 1932 o Palmeiras ganhou invicto o título paulista. Com um detalhe: sem sofrer nem mesmo um empate. Foram 11 vitórias, 48 gols a favor e oito contra.. No último jogo venceu a Portuguesa por 3 a 0

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